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‘Primárias’ discute como melhorar serviços públicos

Pré-candidatos à Presidência identificados com o centro político vão discutir como melhorar a qualidade dos serviços públicos no País, na segunda edição do programa Primárias. Organizado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), em parceria com o <b>Estadão</b>, o evento vai reunir mais uma vez o ex-governador do Ceará e ex-ministro Ciro Gomes (PDT), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSDB), e o ex-ministro da Saúde e ex-deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM).

O debate, que acontece na próxima quinta-feira, 12, às 19h, terá transmissão no portal e nas redes sociais do jornal. A discussão terá 1h30 de duração, dividida em quatro blocos. Os participantes vão responder a questões de jornalistas do Estadão e de leitores convidados, além de fazerem perguntas entre si. A mediação é do cientista político Luiz Felipe dAvila, presidente do CLP.

Na primeira edição do programa, os três presidenciáveis tentaram traçar caminhos para sair das graves crises na economia e na saúde pelas quais passa o Brasil. Os potenciais candidatos defenderam a importância de uma reforma tributária e de mudanças no sistema político. Desta vez, o foco das discussões está na melhoria dos serviços públicos prestados pelos governos.

Para dAvila, é um assunto que influi diretamente no cotidiano dos brasileiros. "Acho que o grande tema que as pessoas querem saber é sobre saúde, educação e segurança. Como melhorar a qualidade do serviço público para a população e como isso pode melhorar a vida das pessoas", disse.

O presidente do CLP destaca a importância de divulgar as ideias de pré-candidatos identificados com o centro político. "Nós precisamos dar cara às propostas e às ideias do centro. As pessoas que não acompanham a política têm a noção errada de que só tem dois polos, com Lula e Bolsonaro", afirmou.

O CLP, criado pelo próprio dAvila em 2008, tem como um de seus temas centrais – uma espécie de agenda mínima – a retomada do crescimento do País e a redução do impacto da atual crise nos Estados e municípios.

Mais uma vez, o evento vai seguir protocolos de segurança sanitária. O debate não terá público e cada presidenciável poderá ser acompanhado por até dois assessores. Os participantes devem levar testes PCR negativos para a covid-19 ou fazer exames rápidos no local. O uso de máscaras é obrigatório. As informações são do jornal <b>O Estado de S. Paulo.</b>