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Guarulhense preso no Maranhão diz que não queria matar a vítima, que conheceu na internet

O morador de Guarulhos Allef Gonçalves Araújo Ribeiro, de 24 anos, acusado...

Por Foto: Reprodução Jornal Pequeno

14 de Fevereiro de 2020 as 10:36

O morador de Guarulhos Allef Gonçalves Araújo Ribeiro, de 24 anos, acusado pela morte de Jessimara Cristian Marques Pacheco, de 26 anos, em São Luís, no Maranhão, contou à polícia que não pretendia matar a vítima. O acusado pelo crime, disse para a delegada Viviane Fontenele, do Departamento de Feminicídio, que sofre de depressão e queria desacordar a vítima para cometer suicídio na sequência. 


O pedido de prisão temporária foi expedido no domingo, 9/02. Allef foi localizado dentro de um shopping, em São Luís, onde circulava com o celular da vítima. Ele foi encaminhado para a delegacia, onde foi ouvido pela delegada responsável pelo caso. 


Allef contou que conhecia Jessimara há 3 anos. Os dois começaram a se relacionar através de um jogo online e se encontraram pela primeira vez em janeiro deste ano, quando Allef resolver ir até o Maranhão. Para a delegada, o acusado contou ainda, que Jessimara sabia das intenções de suicídio e teria impedido o ato, o que motivou o crime. 


"Ele [Aleff] se auto intitula uma pessoa depressiva, ele fala que por três vezes já teve a intenção de se matar aqui nessa cidade e ele contou esse fato pra ela, e a partir de então, ela ficou no pé dele o tempo inteiro para impedir no caso que ele fizesse uma besteira. E aí por conta disso, por ela estar no pé dele o tempo inteiro, ele foi e estrangulou com o cabo do notebook", explicou a delegada. 


No dia do crime, funcionários e hóspedes ouviram uma discussão no quarto. O corpo foi encontrado horas depois por uma funcionária que achou estranho a jovem não ter saído do quarto. 


O acusado teria ainda encaminhando uma mensagem para a família da vítima pedido ajuda. A informação foi ignorada por conta de outro episódio, quando os dois pediram ajuda para pagar uma conta de hotel. 


Allef estava na cidade desde o dia 10 de janeiro e teria passado por outros hotéis antes do local do crime. Ele não teria avisado a família sobre a viagem e era considerado desaparecido. 


O acusado foi encaminhado para o Complexo de Pedrinhas, onde permanece à disposição da Justiça do Maranhão