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Outros países adotaram saída semelhante

coronavírus; SP; retomada; aulas; países

Por Renata Cafardo

25 de Junho de 2020 as 07:19

Países que já controlaram a covid e reabriram escolas escolheram as etapas de ensino que começariam primeiro as aulas.

China, Portugal e Alemanha deram prioridade aos alunos dos anos finais do ensino médio pela preocupação com a conclusão da escola e o ingresso no ensino superior.

Já Dinamarca, San Martin e Curaçao abriram os centros de educação infantil, principalmente as creches, segundo estudo do Instituto Unibanco que analisou as iniciativas de retomada no exterior.

A Nova Zelândia, que anunciou em maio não ter mais casos de coronavírus, adotou medidas mais flexíveis de retorno, mas com um monitoramento e rastreamento muito rigorosos.

Lá, casos nas escolas foram identificados rapidamente para isolamento.

Já Peru e Paraguai anunciaram que vão manter as escolas fechadas até o fim de 2020.

De acordo com a pesquisa, nos Estados Unidos há recomendações do Centers for Disease Control and Prevention sobre retorno das creches e um guia para gestores escolares.

Lá fora, os protocolos foram feitos pelos equivalentes ao Ministério da Educação, o que não ocorreu no Brasil.

Aqui, os Estados estão assumindo essas iniciativas.

São Paulo foi o primeiro a divulgar seu plano.

Em comum entre os países também estão as regras sanitárias, como distanciamento de 1,5 metro entre alunos e professores, uso de máscaras para todos e higienização rígida dos espaços e das mãos.

O escalonamento de recreio e da hora de entrada e saída dos estudantes também aparece em todos os documentos disponíveis.

As informações são do jornal O Estado de S.

Paulo.