Sexta Feira, 16 de Abril de 2021

Guarulhos fecha semana com queda expressiva em novos casos e mortes por Covid-19 

A queda na média móvel de casos em relação a 14 dias atrás chega a 54,2%, enquanto o de mortes é de menos 43,7%

Por Redação GuarulhosWeb

04 de Dezembro de 2020

Apesar dos anúncios sobre uma nova onda da pandemia de Covid-19 no Brasil, com avanço no número de casos e mortes em algumas regiões, inclusive no Estado, Guarulhos segue com números satisfatórios em relação à doença. Nesta sexta-feira, na semana que o governador João Dória rebaixou todo o Estado à fase amarela, os números do Seade sobre Guarulhos são bastante satisfatórios. A queda na média móvel de casos em relação a 14 dias atrás chega a 54,2%, enquanto o de mortes é de menos 43,7%, o que indica um declínio acentuado do coronavírus no município.  


Em 20 de novembro, a média móvel de novos casos era de 155 por dia. Nesta quinta-feira, 3 de dezembro, caiu para 71. Em óbitos, no mesmo período, a média móvel despencou de 4,57 por dia para 2,57.


No entanto, a cidade – por estar inserida na região metropolitana de São Paulo - é obrigada, por força legal, a seguir as determinações do Governo estadual, quanto à fase amarela, que determina o funcionamento de comércios e serviços por no máximo 10 horas por dia e ocupação máxima dos ambientes em 40%.  


O prefeito Guti, no entanto, defende que os horários de funcionamento sejam ampliados e não reduzidos, tanto que defendeu esta tese na última terça-feira em reunião com mais 60 prefeitos e com o próprio governador. “A ciência nos ensina que precisamos manter os estabelecimentos abertos por mais tempo justamente para reduzir o fluxo de pessoas. Concordamos que a lotação seja reduzida para 40%, mas não podemos aceitar que o tempo de abertura seja reduzido de 12 para 10 horas”, explicou.  


O Governo do Estado ficou de estudar a proposta, mas ainda não se manifestou oficialmente a respeito. Guti relembra que os setores produtivos já foram muito sacrificados por conta da pandemia e que dezembro é o principal mês de venda para o comércio. “Não podemos impedir que as pessoas façam suas compras de natal. Se reduz o tempo de abertura e a lotação, o comércio será prejudicado porque não poderá atender toda a demanda”, afirmou.