O dólar à vista no balcão sobe na manhã desta sexta-feira, 21, acompanhando o desempenho da moeda ante rivais de outros países emergentes e exportadores de matérias-primas, em meio a renovadas preocupações com a China. A apreensão cresceu hoje com a divulgação de dados fracos do setor manufatureiro no País.
Às 9h30, o dólar à vista no balcão subia 0,81%, a R$ 3,4800. No mercado futuro, a moeda para setembro avançava 0,56%, a R$ 3,4800.
Na China, o PMI do setor industrial caiu de 47,8 em julho para 47,1 na leitura preliminar de agosto, o que representa o menor patamar em seis anos e meio, conforme medição feita pela Caixin Media (antes HSBC) e divulgada pela Markit Economics. Nos negócios da Ásia, tanto o ringgit da Malásia quanto a rupia da Indonésia atingiram novas mínimas em 17 anos. Para vários analistas, os problemas da China podem levar o Federal Reserve a adiar a alta dos juros básicos para além da reunião de setembro.
O petróleo também responde ao dado em baixa e dá mais força para a queda livre do rublo e do real. Mais cedo, a moeda russa atingiu os menores níveis ante o dólar e o euro desde o início de fevereiro.


