A curva de juro volta a inclinar nesta quarta-feira, dia 1º, com os longos em leve alta, em meio a incertezas no front fiscal, e os demais estáveis, após o PIB do segundo trimestre ter caído 0,1%, abaixo da mediana estimada de +0,2%. O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, admitiu que o desempenho da economia veio "um pouquinho" mais fraco do que o que mercado esperava, mas em linha com a projeção da autoridade monetária. Às 9h30, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia para 10,02%, de 9,95% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2023 subia para 8,50%, de 8,49%, e o para janeiro de 2022 estava na máxima de 6,750%, de 6,759% no ajuste de terça-feira, dia 31.
Juros: curva inclina, com longos em alta e curtos estáveis após PIB mais fraco
1 de setembro de 2021 09:47
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