Durante a inspeção, os técnicos identificaram uma manobra que impossibilita a mensuração real da energia consumida, caracterizando o furto. A estimativa é que o prejuízo para a concessionária ultrapasse os R$ 20 mil.
A operação foi conduzida pela Polícia Civil. O proprietário do estabelecimento responderá por crime de furto de energia. A pena é de multa e reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos.
Além do processo criminal, o responsável pelo crime também deverá arcar, conforme a regra da Resolução Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica, com a cobrança de toda energia não faturada durante o período da irregularidade e o custo administrativo.
Estratégias
Esforços desenvolvidos pela EDP nos últimos anos demonstram a eficácia progressiva das operações antifraude implantadas em toda a sua área de concessão.
Entre os resultados conquistados, por exemplo, está a redução expressiva de reincidências na prática de fraudes de energia, com destaque para os clientes de grandes cargas (comércios e indústrias).
Entre outras estratégias concebidas para restringir a prática de irregularidades, a EDP aposta no uso da inteligência artificial para trazer mais assertividade às ações da companhia. Além disso, a empresa promove a ampliação de pontos de blindagem mecânica nas instalações de grandes cargas que fraudam energia. A parceria com órgãos públicos, como a polícia, também é fundamental e intensifica a mitigação deste tipo de crime.


