Os voos com origem e destino ao Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, começaram a ser normalizados após o fechamento temporário do espaço aéreo do Irã, medida adotada em meio à escalada de tensão militar no Oriente Médio.
Neste sábado,um voo da Emirates e outro da Qatar Airways retornaram ao Aeroporto Internacional de Guarulhos . As duas aeronaves decolaram de Guarulhos na madrugada de sábado com destino a Dubai e Doha. Após a decolagem, receberam orientação para retornar ao aeroporto brasileiro por questões de segurança. A concessionária GruAirport confirmou o retorno dos voos.
A restrição afetou principalmente rotas internacionais de longa distância que utilizam corredores aéreos sobre o território iraniano, impactando operações de companhias que partem de Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos, o maior terminal aéreo do Brasil.
Entenda o que aconteceu
Após a intensificação do conflito entre Israel e Irã, autoridades aeronáuticas internacionais determinaram o fechamento do espaço aéreo iraniano por questões de segurança.
Com isso, diversas rotas que ligam o Brasil à Europa, Oriente Médio e Ásia precisaram ser redirecionadas ou temporariamente suspensas.
Companhias aéreas informaram que alguns voos saindo de Guarulhos sofreram atrasos, alterações de rota ou cancelamentos pontuais. A readequação operacional exigiu planejamento logístico adicional, incluindo novos trajetos e maior tempo de voo em determinados casos.
Operações retomadas
Com a reabertura gradual do espaço aéreo e a definição de rotas alternativas seguras, as operações começaram a ser retomadas.
Segundo informações divulgadas pelas companhias, os voos internacionais voltaram a seguir cronograma ajustado, mantendo monitoramento constante da situação geopolítica.
O aeroporto de Guarulhos não chegou a interromper suas atividades, mas operou com ajustes logísticos nas conexões internacionais.
Reflexos em Guarulhos
O Aeroporto Internacional de Guarulhos concentra a maior parte dos voos internacionais do país. Qualquer alteração em rotas globais tende a gerar reflexos imediatos no terminal. Passageiros foram orientados a acompanhar diretamente com as companhias aéreas a situação de seus voos.



