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Anvisa aprova novos tratamentos e medicamentos para Diabetes Tipo 1, Câncer de Mama e Angioedema

Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Anvisa aprova novos medicamentos para diabetes tipo 1, câncer de mama e angioedema hereditário no Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária aprovou o registro de três novos medicamentos voltados ao tratamento do Diabetes Tipo 1, do Câncer de Mama e do Angioedema Hereditário. As autorizações foram publicadas no Diário Oficial da União na última segunda-feira (9).

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Medicamento pode retardar diabetes tipo 1

Um dos medicamentos aprovados é o Tzield (teplizumabe), indicado para retardar o início do estágio 3 do Diabetes Tipo 1.

O tratamento é destinado a pacientes adultos e crianças a partir de 8 anos que já estejam no estágio 2 da doença.

O diabetes tipo 1 é uma doença autoimune que geralmente surge na infância e pode causar complicações graves, como problemas cardíacos, renais e oculares.

Novo tratamento para câncer de mama avançado

A agência também aprovou o Datroway, indicado para pacientes adultos com Câncer de Mama irressecável ou metastático.

O medicamento é destinado a casos em que o tumor apresenta:

  • receptor hormonal positivo

  • HER2 negativo

Ele é indicado para pacientes que já passaram por terapia endócrina e pelo menos uma linha de quimioterapia para tratar a doença em estágio avançado.

Prevenção de angioedema hereditário

Outro registro aprovado foi o do Andembry (garadacimabe), voltado à prevenção do Angioedema Hereditário (AEH).

A doença genética rara provoca inchaços repentinos e dolorosos em diferentes partes do corpo, podendo afetar:

  • pele

  • mucosas

  • órgãos internos

Esses episódios podem ocorrer de forma recorrente e, em alguns casos, trazer risco à vida quando atingem vias respiratórias.

Ampliação de opções terapêuticas

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária, a aprovação dos registros amplia as opções de tratamento disponíveis no país, permitindo que médicos e pacientes tenham acesso a novas terapias para doenças crônicas e raras.