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Outono em Guarulhos eleva casos de doenças respiratórias; veja como se prevenir em 2026

Outono e inverno intensificam risco de doenças respiratórias (Foto-Divulgação)
Outono e inverno intensificam risco de doenças respiratórias (Foto-Divulgação)
Queda de temperatura aumenta casos de gripe e outras doenças respiratórias, reforçando a importância da vacinação contra a Influenza

A chegada do outono e do inverno eleva os casos de doenças respiratórias no Brasil, especialmente os causados pelo vírus da Influenza, reforçando a importância da vacinação e da atenção aos sinais de agravamento da gripe.

Com a queda das temperaturas, fatores como baixa umidade do ar, maior concentração de poluentes e permanência em ambientes fechados contribuem para o aumento da transmissão de doenças respiratórias. Segundo a infectologista Michelle Zicker, esse cenário torna as mucosas mais sensíveis e favorece a ação de agentes infecciosos.

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Entre as doenças mais comuns neste período estão resfriados, gripes, sinusites, otites e pneumonias. No entanto, os casos relacionados à Influenza, especialmente dos tipos A e B, e as pneumonias são os que mais preocupam devido ao risco de complicações. Grupos como crianças, idosos, gestantes, pessoas com doenças crônicas e indivíduos imunossuprimidos exigem maior atenção.

A vacinação segue como a estratégia mais eficaz para evitar casos graves e mortes. A vacina contra a Influenza é segura e ajuda a reduzir significativamente as complicações da doença. Em 2026, o Ministério da Saúde definiu como públicos prioritários idosos, crianças pequenas, gestantes, puérperas, pessoas com comorbidades, profissionais da saúde e professores. Como parte da campanha nacional, o Dia D de vacinação contra a gripe será realizado em 28 de março, com mobilização nas Unidades Básicas de Saúde em todo o país.

Além da vacinação, medidas cotidianas são fundamentais para fortalecer o sistema imunológico e reduzir o risco de infecção. Manter alimentação equilibrada, boa hidratação, prática de atividades físicas e sono adequado contribuem para a prevenção. Cuidados de higiene também são essenciais, como lavar as mãos com frequência, evitar tocar o rosto, cobrir a boca ao tossir ou espirrar e manter os ambientes ventilados.

Embora muitos casos sejam leves, alguns sintomas indicam a necessidade de procurar atendimento médico imediato, como febre alta persistente, falta de ar, dor no peito, piora rápida do quadro e cansaço excessivo. As complicações podem incluir pneumonia, sinusite, otite, desidratação e agravamento de doenças crônicas. Em situações mais graves, o uso de antivirais deve ser iniciado, preferencialmente, nas primeiras 48 horas após o início dos sintomas.