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Polícia Civil estoura cativeiro e prende trio suspeito de sequestrar caminhoneiros na Grande SP

Trio suspeito de sequestrar caminhoneiros e desmontar veículos é preso em ação da Polícia Civil (Foto-Policia Civil)
Trio suspeito de sequestrar caminhoneiros e desmontar veículos é preso em ação da Polícia Civil (Foto-Policia Civil)
Polícia Civil prende trio suspeito de sequestrar caminhoneiros e desmontar veículos em operação realizada na capital paulista e região

Uma operação da Polícia Civil de São Paulo resultou na prisão de três homens suspeitos de integrar uma quadrilha especializada em sequestro de caminhoneiros e desmonte de veículos. As detenções ocorreram nesta quarta-feira (1º), em endereços na capital paulista e na região metropolitana, incluindo Guarulhos.

A investigação foi conduzida pela 2ª Delegacia da Divisão Antissequestro (DAS), vinculada ao Departamento de Operações Policiais Estratégicas, e teve início em abril do ano passado, após o sequestro de um casal na Marginal Tietê.

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Segundo a polícia, as vítimas trafegavam com um caminhão quando foram abordadas por criminosos que alegaram uma suposta irregularidade na carga. Após pararem o veículo, o casal foi rendido por quatro suspeitos, colocado em outro carro e mantido em cárcere privado.

Durante o sequestro, as vítimas foram obrigadas a fornecer senhas de celulares e dados bancários sob ameaça. Horas depois, foram libertadas. O caminhão foi encontrado posteriormente em uma área rural de Suzano, já em processo de desmanche.

Com o avanço das investigações, os agentes conseguiram identificar os envolvidos e localizar endereços ligados ao grupo. Três suspeitos foram presos na região da Água Branca, na zona oeste da capital, além de Guarulhos. Um quarto integrante da quadrilha segue foragido.

A ação contou com o apoio do Grupo Armado de Repressão a Roubos e Assaltos (Garra). Os detidos foram encaminhados à delegacia e permanecem à disposição da Justiça.

Eles devem responder por roubo triplamente majorado, extorsão, associação criminosa e cárcere privado. As investigações continuam para identificar outros possíveis integrantes e aprofundar a atuação da organização criminosa.