Segundo as informações divulgadas, com aumento da renda, mais de 745 mil famílias deixaram o programa no mesmo período no Estado de São Paulo. São famílias que saíram da pobreza por terem conseguido um emprego de carteira assinada ou por empreenderem. Esses lares tiveram a renda acima do limite da Regra de Proteção ou já cumpriram o prazo previsto para permanência nessa modalidade.
São Paulo foi o município com maior número de desligamentos no período, com 7,3 mil famílias, seguido por Guarulhos (1 mil), segunda maior população do Estado, Campinas (655), São Bernardo do Campo (528) e Santo André (474). Sorocaba (396), Itaquaquecetuba (388), São José dos Campos (383), Osasco (365) e Mogi das Cruzes (331) completam a lista dos dez municípios com mais famílias que superaram a pobreza em São Paulo e deixaram o Bolsa Família.
Em todo o país, mais de 5,1 milhões de famílias deixaram o Bolsa Família entre março de 2023 e maio de 2026 após ampliarem a renda familiar. Os maiores números foram registrados em São Paulo (745,6 mil), Distrito Federal (546 mil), Bahia (487,6 mil), Minas Gerais (430,2 mil) e Rio de Janeiro (393,7 mil).
Entre as capitais brasileiras, São Paulo registrou o maior número de famílias deixando o programa por aumento da renda em maio de 2026, com 7.312 desligamentos. Na sequência aparecem Rio de Janeiro (4.387), Fortaleza (3.790), Salvador (3.095) e Brasília (1.896).


