Os juros futuros começam a semana com alta dos longos, refletindo a cautela local em meio à crise hídrica, riscos fiscais e inflacionários, ruídos políticos antes dos atos de 7 de setembro, e saída dos bancos públicos da Febraban. As taxas médias têm viés de alta, mas as curtas operam estáveis após o IGP-M mostrar desaceleração em agosto. Às 9h16 desta segunda-feira, 30, a taxa do contrato de depósito interfinanceiro (DI) para janeiro de 2027 subia para máxima de 9,78%, de 9,71% no ajuste anterior. O DI para janeiro de 2023 marcava 8,47%, de 8,45%, e o para janeiro de 2022 exibia máxima de 6,765%, de 6,779% no ajuste de sexta-feira (27).
Juros futuros: curva inclina com riscos fiscal e institucional no radar
30 de agosto de 2021 09:20
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