A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo prendeu um policial penal investigado por introduzir celulares e drogas em uma unidade prisional do estado. A ação ocorreu nesta quarta-feira (18), durante a Operação Custos Proditor.
Investigação teve início após apreensão de celulares
As apurações começaram em setembro de 2025, após a apreensão de aparelhos no Centro de Detenção Provisória II de Guarulhos.
De acordo com as investigações, a análise dos conteúdos revelou um esquema estruturado envolvendo um detento, um familiar e o servidor público, que facilitava a entrada dos itens ilegais no presídio.
Ameaças e tentativa de coação
Além do fornecimento de celulares e drogas, os investigadores identificaram ameaças e tentativas de coação contra terceiros. O objetivo seria impedir denúncias sobre o esquema dentro da unidade prisional.
Essas práticas reforçaram a necessidade de medidas urgentes para interromper as atividades ilícitas e preservar a produção de provas.
Mandados e operação integrada
Ao todo, foram cumpridos:
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3 mandados de prisão preventiva;
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3 mandados de busca e apreensão.
A operação contou com atuação conjunta do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado e da Corregedoria da Polícia Penal.
Força-tarefa contra o crime organizado
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo reúne diferentes órgãos de segurança pública, incluindo:
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Polícia Federal;
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Secretaria de Administração Penitenciária de São Paulo;
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Secretaria Nacional de Políticas Penais;
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Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo.
A integração entre as instituições tem como objetivo fortalecer o combate ao crime organizado, especialmente dentro do sistema prisional.



