Segundo contaram ao GWEB, funcionários de diferentes setores e que atuam nas mais diversas áreas, com níveis hierárquicos distintos, estariam sendo forçados a aderir às campanhas eleitorais dos candidatos apoiados pela máquina administrativa, leia-se prefeito Lucas Sanches (PL). Até mesmo servidores concursados seriam intimidados com recados velados, como “você pode ser transferido para um local distante daqui” ou até “pode perder o cargo”.
Para funcionários comissionados, a situação é ainda mais complicada. Quem não adere às campanhas “oficiais” pode ser sumariamente exonerado a qualquer momento. Ainda segundo as denúncias que chegaram ao GWEB, não há nenhuma ordem por escrito, mas listas estariam correndo dentro dos mais diversos setores, em que os chefes identificam quem está cumprindo as metas e quem não aderiu às campanhas.
A ordem é clara: além de se manifestar em redes sociais em favor dos candidatos de Lucas (ou de seus padrinhos políticos), agora precisam incluir o avatar deles em suas imagens pessoais no Instagram, Facebook e até mesmo no WhatsApp. Alguns que se recusaram a seguir as orientações já foram substituídos ou vivem na iminência de serem transferidos para outras áreas da Prefeitura.


