Estadão

UE e EUA miram termostatos inteligentes para reduzir dependência da Rússia

A União Europeia (UE) vai se esforçar para que ao menos 1,5 milhão de termostatos "inteligentes", que ajudam a reduzir o consumo de energia, sejam instalados em lares do bloco neste ano, num momento em que a região tenta reduzir sua dependência em relação à energia da Rússia, segundo comunicado conjunto divulgado pela UE e pelos EUA nesta segunda-feira.

O presidente dos EUA, Joe Biden, e a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, que participam de reunião do G7 na Alemanha, disseram no comunicado que Washington e UE estão fazendo uma parceria para diversificar o fornecimento de energia para a Europa.

Desde março, quando UE e EUA estabeleceram uma força-tarefa conjunta, as exportações globais de gás natural liquefeito (GNL) para a Europa cresceram 75% em relação a 2021, enquanto as vendas de GNL dos EUA para o continente quase triplicaram, informa o comunicado.

Os EUA estão apoiando a diversificação sustentável da oferta de gás na Europa, inclusive pela redução da demanda e aceleração de tecnologias, acrescenta o comunicado.

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