Os American Depositary Receipts (ADRs) de empresas brasileiras operam em forte baixa nos negócios do pré-mercado em Nova York, na esteira da notícia divulgada na noite desta quarta-feira, 17, de que o dono do frigorífico JBS, Joesley Batista, gravou o presidente Michel Temer pedindo a compra do silêncio do deputado Eduardo Cunha. Por volta das 6h20 (horário de Brasília) desta quinta-feira, dia 18, um dos ADRs da Petrobras despencava 14,6% no pré-mercado, enquanto o do Itaú caía 12,4% e o da Vale recuava 8,9%.
ADRs brasileiros despencam no pré-mercado em NY, após estouro do caso Temer
18 de maio de 2017 00:00
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