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Concessão das linhas 11, 12 e 13 da CPTM entra em nova fase com operação da Trívia

Concessão das Linhas 11, 12 e 13 da CPTM Entra em Nova Fase com Operação Supervisionada da Trívia (foto-Divulgação)
Concessão das Linhas 11, 12 e 13 da CPTM Entra em Nova Fase com Operação Supervisionada da Trívia (foto-Divulgação))
Concessionária Trívia inicia prática operacional supervisionada nas linhas 11, 12 e 13 da CPTM em nova etapa da concessão

A concessão das linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade da CPTM entra em uma nova etapa a partir desta quinta-feira (21), com o início da chamada prática operacional supervisionada. A fase marca o avanço do processo de transição das operações para a concessionária Trívia, vencedora da concessão do lote ferroviário.

Com o início da nova etapa, a Trívia passa a atuar diretamente na operação das linhas e das estações, embora a responsabilidade formal pelo funcionamento continue sendo da CPTM durante o período de transição.

Segundo o modelo previsto em contrato, a prática operacional supervisionada terá duração de 60 dias e faz parte do período pré-operacional da concessão. Nesse intervalo, a concessionária assume gradualmente funções operacionais, administrativas e de gestão, sempre com acompanhamento técnico da companhia estatal.

A partir de 21 de julho, a Trívia deverá assumir integralmente a operação, manutenção e gestão das três linhas ferroviárias metropolitanas. Mesmo após essa etapa, funcionários da CPTM continuarão atuando nas linhas, com os custos sendo ressarcidos pela concessionária.

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As linhas 11-Coral, 12-Safira e 13-Jade possuem atualmente cerca de 102 quilômetros de extensão e atendem milhares de passageiros diariamente, incluindo moradores de Guarulhos e cidades da Região Metropolitana de São Paulo.

A Linha 13-Jade, por exemplo, faz a ligação entre a rede ferroviária metropolitana e o Aeroporto Internacional de Guarulhos, sendo estratégica para o transporte de passageiros da região.

O contrato de concessão prevê investimentos estimados em R$ 14,3 bilhões ao longo de 25 anos. Entre as principais metas anunciadas estão a ampliação da capacidade operacional, modernização da infraestrutura ferroviária e expansão da rede.

O projeto inclui:

  • mais de 22 quilômetros de expansão ferroviária;
  • implantação de oito novas estações;
  • modernização de sistemas operacionais;
  • melhorias em acessibilidade, iluminação e segurança;
  • ampliação da capacidade de transporte em até 238%.

Além disso, estão previstas reconstruções de estações importantes como Jundiapeba, Mogi das Cruzes, Estudantes e Itaquaquecetuba, além da ampliação de unidades como Brás, Guaianases e Braz Cubas.

De acordo com o cronograma, parte das intervenções já começou. Atualmente, obras e adequações ocorrem em 23 das 29 estações existentes das três linhas.

A expectativa do governo estadual é que, até 2040, as linhas transportem cerca de 1,3 milhão de passageiros por dia útil, consolidando um dos principais corredores ferroviários da Região Metropolitana de São Paulo.