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Em assembleia esvaziada, sindicato mantém greve da Proguaru

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Dos cerca 4.700 funcionários da Proguaru, pouco mais de 100 participaram de uma assembleia na manhã desta sexta-feira, em frente ao Paço Municipal, quando – comandados pelo Stap (Sindicato dos Servidores) – eles decidiram manter a greve que já dura 10 dias. Apesar do movimento, a empresa informa que cerca de 5% de seus serviços estão prejudicados nesta sexta-feira.

A greve é pelo não fechamento da empresa de economia mista. No entanto, a decisão – que já foi tomada pela Prefeitura e aprovada pela Câmara Municipal – é irreversível, já que a companhia se encontra em situação falimentar, conforme atestou um estudo encomendado junto à Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) da USP (Universidade de São Paulo).

Nesta sexta-feira, pouco mais de 100 pessoas, incluindo sindicalistas, políticos e funcionários em greve, se reuniram em frente ao Paço Municipal a partir das 8h, fechando a avenida Bom Clima. Perto do meio-dia, depois de debates em que trabalhadores e sindicalistas se revezaram ao microfone, defendendo ou não a continuidade do movimento, o grupo optou pela continuidade da greve.

Segundo a Proguaru, a adesão à greve da empresa é inferior a 5%. O movimento não atrapalha os serviços de varrição e o percentual das unidades escolares permanecem com as aulas remotas caiu para 19%.

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  • Sou solidário à manifestação dos trabalhadores da Proguaru, se é pra fechar a empresa que feche logo e pague os direitos trabalhistas a eles. Já que a decisão de fechamento da empresa está diretamente ligada a interesses futuros de eleições de políticos locais, aliás esse interesse passa muito longe da exigência de uma prestação de serviços com muita competência, como era o caso da Proguaru, e a baixo custo. Agora o povo é quem vai pagar a conta de mais essa privatização, por meio de taxas. Mas o povo apoia os descalabros políticos, então aguente o custo, sem reclamar.