Política

Saúde e Defesa Civil serão prioridades do início do governo Guti

Depois de pouco mais de 20 dias do início do processo de transição entre o governo do atual prefeito Sebastião Almeida (PT) e do eleito Guti (PSB), algumas prioridades já foram definidas para o começo das atividades do novo chefe do Poder Executivo, a partir de 1 de janeiro de 2017. De acordo com o empresário Carlos Soler, coordenador da equipe de transição do pessebista, Defesa Civil e Saúde são as principais preocupações, já que os hospitais públicos municipais são alvos de diversas críticas e o período é propício para as chuvas de verão, que geram diferentes tipos de ocorrência por toda a cidade. 
 
"O processo de transição por si só já demanda muito esforço e trabalho, além de ser muito complexo. Existem prioridades com temas que não podem parar no começo do ano ", explicou Carlos Soler. Apesar de estarem em lados opostos, ele elogiou a conduta do atual prefeito e sua equipe durante o processo de troca de governantes. O empresário também ressaltou que este procedimento – apesar de ter como prazo final o dia 1 de janeiro de 2017 – pode se estender de maneira informal.
 
"A prefeitura atual tem nos ajudado e fornecido dados importantes, que têm sido muito útil para prosseguir o nosso trabalho. O processo vai se estender até o momento que o atual prefeito e o eleito entendam ser necessário. Acho que o processo de transição formal pode acabar dia primeiro, mas pode ser estender além disso", declarou.
 
Entretanto, Soler admite que não existe tempo hábil para absorver conceitos e conhecimentos aplicados pelos gestores que representam a atual Administração. Ele voltou a reiterar que o processo de transição pode continuar com base no relacionamento de forma republicana entre Almeida e Guti.
 
"Acho que o processo republicano ele vai se estender, feito de consultas. Acho humanamente impossível falar que todas as informações imprescindíveis vão ser fornecidas até o dia 1º de janeiro. Entendo que este processo vai se estender mais do que isso e de forma construtiva para que a gente entenda a necessidade de alguns dados que não foram analisados neste momento", concluiu.