Questionada pelo GWEB, o governo do prefeito Lucas Sanches, responsável pelo serviço de saúde no hospital municipal, admitiu o problema. Por meio de nota, a Secretaria Municipal de Saúde por meio do Instituto Univida, responsável pela gestão compartilhada do Hospital Municipal Pimentas Bonsucesso Manoel de Paiva (HMPB), esclarece que a folha de pagamento referente à última competência foi devidamente processada e liquidada pela administração.
“Por se tratar do primeiro ciclo integral de processamento sob a atual gestão, o que envolveu um alto volume de novas admissões, cadastros e transições de contas bancárias, foram identificadas inconsistências pontuais nos dados de alguns colaboradores, gerando a devolução automática dos créditos por parte dos bancos”, informou.
Ainda segundo a Prefeitura, o “setor de Recursos Humanos atuou imediatamente para corrigir os dados e realizar o reprocessamento financeiro individualizado, de modo que os pagamentos remanescentes estão sendo regularizados de forma gradativa e prioritária”.
Alguns colaboradores, em redes sociais, reclamaram também que estavam sendo obrigados a levar água para beber de suas casas, já que o hospital não estaria fornecendo para os trabalhadores.
Também por meio de nota, a Prefeitura negou: “Quanto ao abastecimento de água, não procede a informação de que há falta de água potável na unidade hospitalar ou qualquer orientação para que os profissionais adquiram o insumo por meios próprios. O HMPB dispõe de bebedouros instalados e em pleno funcionamento em todos os seus pontos de circulação interna, garantindo o acesso contínuo e gratuito a pacientes, acompanhantes e colaboradores. Complementarmente, a instituição fornece água mineral engarrafada, direcionada prioritariamente aos setores fechados e de maior complexidade assistencial”.



