A identificação através da biometria será utilizada mais uma vez durante as Eleições 2026. A tecnologia, adotada pela Justiça Eleitoral desde 2008, tem como objetivo principal reforçar a segurança do processo de votação, prevenindo fraudes e evitando a ocorrência de registros duplicados no cadastro de eleitores.
Apesar de integrar o protocolo de segurança, a ausência do cadastro biométrico não impede a realização do voto. O eleitor que não realizou o cadastramento das impressões digitais poderá votar normalmente no pleito de outubro, desde que o seu título de eleitor esteja em situação regular junto à Justiça Eleitoral. Nesses casos, basta apresentar um documento oficial com foto à mesa receptora da seção.
Para os eleitores cadastrados que apresentarem eventuais dificuldades de leitura da digital no dia da eleição, a orientação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) é de que sejam feitas até quatro tentativas de validação. Caso a verificação biométrica persista sem reconhecimento, os mesários farão a confirmação da identidade por meio dos dados do documento oficial. Confirmadas as informações, o eleitor assina o caderno de votação ou registra a impressão digital manualmente.
O prazo para o cadastramento biométrico voltado às Eleições 2026 foi encerrado em maio. Os cidadãos que ainda não realizaram a coleta da fotografia, assinatura e digitais deverão comparecer a um cartório eleitoral após a conclusão do pleito para regularizar a situação cadastral.


