A catarinense Weg tem buscado reduzir o custo de produção da unidade de turbinas eólicas, que já caiu 3,5% só neste ano, para ganhar competitividade no mercado internacional. “Não vou me atrever a dizer que estamos mais baratos que a China. Não é o caso. Agora, acredito que à medida que o Brasil se profissionaliza e aumenta sua produtividade na cadeia eólica, com essa situação de câmbio nós temos condição de competir”, disse o diretor de energia eólica da empresa, João Paulo Gualberto. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
De olho no exterior, Weg reduz preço de turbinas
9 de março de 2016 00:00
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