Uma mulher egípcia grávida e seus dois filhos foram autorizados a entrar no Brasil após passarem quase um mês retidos no Aeroporto Internacional de São Paulo-Guarulhos.
Segundo informações divulgadas pela imprensa nacional, a família desembarcou no país em abril, mas teve a entrada impedida pelas autoridades migratórias. O marido da mulher permanece no aeroporto enquanto aguarda a análise de um pedido de visto humanitário.
O caso ganhou repercussão após mobilizar entidades de defesa dos direitos humanos e parlamentares, que demonstraram preocupação com as condições de permanência da família no terminal e com o estado de saúde da gestante.
A situação ocorre em meio ao debate sobre a permanência de imigrantes e solicitantes de refúgio no aeroporto de Guarulhos, tema que também vem sendo discutido no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Nos últimos meses, o governo federal e órgãos de controle têm endurecido medidas relacionadas à entrada de estrangeiros sem documentação adequada ou com suspeita de utilização do Brasil como rota migratória para outros países.



